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Preparação Exame Economia 2016

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Produção e o processo produtivo

Consideramos produção a atividade através da qual um agente económico cria riqueza sob a forma de bens e serviços.

Em sentido económico, produção implica utilidade dos bens produzidos. Em sentido económico, a produção implica utilidade dos bens produzidos.

A produção é uma atividade fundamental para a satisfação das necessidades da população, constituindo o fulcro da atividade económica.

A produção na economia divide-se em 3 setores:

Setor primário: inclui as atividades relacionadas com a extração de produtos da natureza, ou seja, a agricultura, a pecuária, a silvicultura, a pesca e a extração mineira.

Setor secundário: abrange a atividade transformadora de bens naturais, geralmente esta associada à indústria.

Setor terciário: corresponde aos serviços: comércio, atividade bancária, seguradoras, transportes, educação, turismo, etc.

Setorização da atividade económica:

Permite analisar a economia e definir medidas e estratégias de desenvolvimento com vista ao seu dinamismo. Através da setorização podemos:

  • Ter uma perspetiva de cada setor e ramo de atividade económica, nomeadamente o seu contributo para o produto ou o peso de cada setor/ramo para o emprego;
  • Realizar comparações internacionais;

terciarização da economia, é uma situação cada vez mais comum nos países desenvolvidos, Portugal não foge à regra. A terciarização está relacionada com o desenvolvimento tecnológico que possibilitou libertar mão de obra da agricultura e da industria e simultaneamente, aumentar a produção.

Balança de Pagamentos

é a balança onde registamos todos os fluxos económicos que entram e saem de um pais. É um importante instrumento de análise económica que permite tirar conclusões acerca da situação económica do país e da sua maior ou menor dependência do exterior.

A Balança de pagamentos subdivide-se em:

Balança Corrente: mercadorias, serviços, rendimento, transferências correntes

Balança de Capital: transferências de capital, aquisição/cedência de ativos não produzidos não financeiros.

Balança Financeira: investimento direto, investimento de carteira, outros investimentos

Questões de revisão 1

  1. Explique de forma um aumento da produtividade no emprego pode contribuir para Portugal superar mais facilmente as dificuldades sentidas com os recentes alargamentos da União Europeia,
  2. Apresente dois problemas que o alargamento da UE trouxe a portugal.
  3. Exponha dois dos desafios que se colocam à UE decorrentes da entrada de novos estados membros.
  4. Explicite o conceito de empregabilidade explicando a importância da formação ao longo da vida
  5. Os aumentos salariais muitas vezes são condicionados pela inflação. Explique de que modo a inflação pode influenciar o poder de compra dos cidadãos.
  6. Justifique a necessidade de se complementar o investimento na criação das infra-estruturas produtivas com o investimento em formação e inovação tecnológica, levando em consideração o papel do setor privado e do Estado.
  7. Estabeleça a diferença entre a taxa de crescimento do PIB em termos nominais e reais.
  8. Explique o efeito da subida dos preços de importação dos produtos não energéticos sobre a taxa de cobertura, mantendo-se tudo o resto constante.
  9. A Contabilidade Nacional é uma forma de representação da vida económica que não é isenta de falhas nem de insuficiências. Apresente 3 das limitações da Contabilidade Nacional
  10. Suponha que, a par da  taxa de inflação verificada em 2006 (3,1%), os salários nominais, em Portugal, subiram nesse mesmo ano, em média (2,5%). Explique como terão evoluido os salários reais nesse ano em Portugal.

Tratado da União Europeia

Tratado da União Europeia

O Tratado da União Europeia foi assinado em 7 de Fevereiro de 1992, em Maastricht, na Holanda, entrando em vigor a partir de 1 de Novembro de 1993. A sua ratificação foi um processo dificil devido à perda de soberania dos Estados. Este tratado continha 2 grandes objetivos:

1 – A criação da união económica e monetária;

2 – Construção de uma união política;

Em Julho de 1989, os dirigentes  da União Europeia adoptaram um plano para a concretização da UEM, composto por 3 etapas distintas:

  1. Primeira etapa iniciou-se em 1990 com a coordenação de políticas económicas e monetárias, a liberalização do movimento de capitais e a atribuição de fundos estruturais com o objetivo de promover a coesão regional;
  2. Segunda etapa, prevista em 1994, com a criação do Instituto Monetário Europeu, que visava a coordenação das políticas económicas e monetárias, a garantia de estabilidade de preços, o acompanhamento do funcionamento do Sistema Monetário Europeu e a preparação para o  aparecimento do Sistema Europeu de Bancos Centrais (SEBC).
  3. A terceira etapa deveria ter inicio em 1999 e implicava a criação da moeda única e do Banco Central Europeu, que substituia o Instituto Monetário Europeu e passava a ser responsável pela política monetária.

Na cimeira da Maastricht, foram definidos os critérios de convergência nominal que os países teriam de cumprir para poderem passar à terceira etapa:

  • Estabilidade de preços: a tx de inflação não poderia ultrapassar 1,5% da média das taxas verificadas nos três países com menor inflação;
  • Taxas de Juro: as taxas de juro de longo prazo não poderiam variar mais de 2% em relação à média verificada nos 3 países com as taxas mais baixas;
  • Défices orçamentais: os défices orçamentais de cada país deveriam ser inferiores a 3% do PIB;
  • Divida pública: a divida pública não poderia 60%  do PIB
  • Estabilidade de cotações: a moeda nacional de cada país não poderia ter desvalorizado nos dois últimos anos, mantendo-se dentro da margem de flutuação fixada pelo sistema monetário europeu.

Processo de Integração da Europa

Processo de Integração da Europa

Após o fim da 2ª grande guerra, a Europa encontrava-se destruida, estava num processo de reconstrução.

Nesta altura houve ajuda norte-americana através do Plano Marshall. Em 1948 os Estados Europeus fundaram a OECE – organização europeia de cooperação económica, para coordenar e administrar os fundos destinados à reconstrução europeia.

Em 1951, foi criado um mercado comum para o carvão e o aço, por intermédio do Tratado de Paris, que tinha como objetivo a gestão comum de bens essenciais à economia da época constituindo-se desta forma a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA). Foi formada por 6 países: Bélgica, República Federal Alemã,França,Itália,Luxemburgo e Países Baixos.

Foi a CECA que abriu a possiblidade da criação da Comunidade Económica Europeia (CEE) que foi criada em 1957 pelos mesmos 6 países através do TRatado de Roma que instituia a CEE e a Euratom (Comunidade Europeia da Energia Atómica)

A Euratom tinha como principal papel fomentar a utilização para fins pacíficos da energia nuclear numa época em que se vivia o auge da guerra fria.

A CEE tinha como principais objetivos criar um mercado comum mais alargado com livre circulação de mercadorias, serviços, pessoas e capitais e a adoção de uma pauta aduaneira comum.

Na década de 60, os direitos aduaneiros foram abolidos entre os seis países fundadores da CEE, tendo a união aduaneira sido concluída em 1968. Nessa mesma década os 6 países definiram políticas comuns para as áreas do comércio e da agricultura.

Em 1973 ocorreu o primeiro alargamento com a inclusão na CEE da Dinamarca, o Reino Unido e a Irlanda. Este alrgamento trouxe a definição de mais políticas comuns: passaram a ser privilegiados aspetos sociais e, dois anos mais tarde, era criado o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Segundo alargamento, em 1981 a Grécia passou a ser o 10 país da CEE

Terceiro alargamento, em 1986, Portugal e Espanha aderiram à CEE, passando na altura a contar com 12 países.

Quarto alargamento, em 1 de Janeiro de 1995, a Austria, Finlândia e Suécia passaram a fazer parte da Europa dos 15.

O Grande alargamento:

Em Dezembro de 1997, foram iniciadas as negociações para um grande alargamento a leste que incluia a Bulgária, a Polónia, a Hugria, a Roménia, a Eslováquia e a Republica Checa e países da antiga União Soviética (URSS), a Estónia, a Letónia e a Lituânua e países mediterrânicos Chipre, Malta e a Eslovénia.

Esta grande adesão concretizou-se em 2 fases:

na primeira fase, ocorrida em 1 de Maio de 2004 (quinto alargamento), aderiram à UE dez dos 12 países, na segunda fase, a 1 de Janeiro de 2007, entraram a Bulgária e a Roménia (sexto alargamento).

Em 1 de Julho de 2013, a Croácia passou a ser o 28º país da União Europeia (sétimo alargamento).

 

Formas de Integração Económica

Formas de Integração Económica

Nos dias de hoje os países tentam eliminar os entraves que limitam as suas relações comerciais.
Tendência de implementação do processo de liberalização do comércio a nível mundial pondo de parte as medidas proteccionistas.
É o processo de liberalização da economia mundial como consequência direta da globalização.
O modelo proteccionista conferia algumas vantagens aos países envolvidos, por um lado protegia a industria nacional pois tornava os seus preços mais competitivos no mercado interno.
todas as importações eram alvo de tarifas aduaneiras e por consequência os produtos importados tornvam-se mais caros.
As tarifas aduaneiras permitiam arrecadar receitas provenientes dos direitos aduaneiros e por outro lado proteger a produção nacional.
Por outro lado implica desvantagens pois as economias fechadas perdem potencial de crescimento pois não possibilitam a criação de economias de escala e de usar as vantagens comparativas, isto é, cada país se especializar naquilo em que é mais competitivo.
Atualmente os benefícios da integração económica são de longe superiores a situação dos países que não se associam.
Por essa razão, os países passaram a relacionar-se através de sistemas de parceria, criando laços que conduzem à sua integração económica.

Integração económica: processo orientado para que várias economias venham a formar um único espaço económico.Carateriza-se pela abolição de restrições entre os agentes económicos de países diferentes. Existem várias formas de integração económica com graus diferentes de integração.

 Formas de integração económica

Sistema de preferências aduaneiras: abolição / redução dos direitos aduaneiros sobre certas mercadorias. Temos como exemplo a Commonwealth.

– Zona de Comércio Livre: abolição de todos os direitos aduaneiros e restrições quantitativas ao comércio de mercadorias, no entanto cada país é livre de manter as suas pautas próprias e as restrições quantitativas que entender em relação a países terceiros. Resultado: se pretendem entrar no país A, e este possui uma pauta aduaneira pouco sugestiva; boicotam a política de protecção desse país, entrando na zona de comércio livre do país A, através de um dos parceiros. Temos como exemplo a EFTA

– União Aduaneira: não há direitos aduaneiros nem contingentações como na Zona de Comércio Livre, e ainda é introduzida uma mesma pauta exterior comum a todos os países da União Aduaneira a ser aplicada a países terceiros. Temos como exemplo o Benelux.

–  Mercado Comum: livre circulação de mercadorias, serviços, pessoas e capitais. Um exemplo é o mercado único criado pelo ato único europeu, em 1987.

–  União Económica: Mercado Comum + harmonização das políticas nacionais

– União Económica e monetária: Neste tipo de integração acrescenta-se uma moeda comum à união económica, foi o que aconteceu na União Europeia a partir de 1 de Janeiro de 1999 quando se introduziu o Euro.

– Integração Económica Total: União Económica + unificação das políticas monetárias, fiscais e sociais = UEM (União Económica e Monetária). Estabelecimento de uma autoridade supranacional, cujas decisões são obrigatórias para todos os Estados-Membros. O Tratado de Maastricht transformou a Comunidade Europeia numa união económica.

Exemplo de alguns blocos económicos de integração regional:

União Europeia: Alemanha,Austria,Bélgica,Bulgária,Croácia,Chipre,Dinamarca,Eslováquia,Eslovénia,Espanha,Estónia,Finlândia,França,Grécia,Hungria,Irlanda,Itália,Letónia,Lituânia,Luxemburgo,Malta,Países Baixos,Polónia,Portugal,Reino Unido,Republica Checa,Roménia e Suécia.

EFTA: European Free Trade Association: Islândia,Noruega, Suiça e Liechtenstein

NAFTA (North American Free Trade): , Canadá, EUA e México

Mercosul (Mercado Comum do Sul): Argentina, Brasil, Paraguai e Venezuela.

Pacto Andino: Bolívia, Colombia, Peru e Equador

aLADI: Associação latino Americana de Integração: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colombia, Cuba, Equador, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

Questões saídas em exame:

1 – Consideram-se barreiras alfandegárias….

a – os direitos aduaneiros e os subsídios às importações

b – os postos fronteiriços

c – os direitos aduaneiros e a contingentação

d – a contingentação e o imposto de selo.

2 – Uma zona de comércio Livre carateriza-se por ser….

a – um conjunto de países que decidem elimirar, entre si, todas as barreiras alfandegárias

b- um conjunto de países que aplicam a mesma pauta aduaneira aos restantes países

c – um conjunto de países qye garantem a liberdade de circulação de bens, serviços, pessoas e capitais entre si.

d – um conjunto de países que concedem, entre si, algumas vantagens alfandegárias.

3 – Um acordo entre um conjunto de países que aceitam abolir entre si todos os direitos aduaneiros e restrições ao comércio de mercadorias denomina-se….

a – Barreira aduaneira

b – sistema de preferências aduaneiras

c – zona de comércio livre

d – união aduaneira

4 – Um dos principais objetivos da Organização Mundial do Comércio (OMC) é …

a – facilitar a integração económica europeia

b – abrandar o processo de globalização económica

c – reduzir o preço das exportações de bens

d – liberalizar as trocas internacionais.

5 – Das seguintes formas de integração económica, aquela que apresenta um menor grau de integração é a designada por…

a – zona de comércio livre

b – união económica

c – união aduaneira

d – mercado comum

6 – Quando dois ou mais países estabelecem uma zona de comércio livre entre si…

a – são abolidos os direitos aduaneiros entre esses países

b – são introduzidas políticas fiscais comuns

c – é fixada uma pauta aduaneira comum para o comércio com terceiros

d – é estabelecida a livre circulação de pessoas e capitais.